2016 é um ano lendário para o vinho do Porto

Vinho Fonceca Porto

James Suckling, crítico de vinhos norte-americano e provador da revista Wine Spectator que conta agora com um projeto em nome próprio, publicou recentemente uma crítica em que dá destaque a dois vinhos do Porto da colheita de 2016, afirmando que este poderá ser “um ano lendário para o vinho do Porto.”

Em causa estão os vinhos Taylor’s Vintage 2016 e Fonseca Vintage 2016, aos quais atribuiu pontuações de 100 e 98 pontos, respetivamente. Sobre o Taylor’s Vintage 2016 diz que “é o melhor Taylor’s jovem que já provei”. Já sobre o Fonseca Vintage 2016 classifica-o como um vinho “impressionante” que nos “agarra”. O crítico destaca ainda o Croft Vintage 2016, que mereceu 97 pontos.

Luís Sequeira, diretor geral da Heritage Wines, distribuidora responsável por estes vinhos, explica que foi agora aberto um período pré-venda para estes vinhos com o objetivo de “responder à elevada procura do mercado pelos Vintage 2016 e garantir que conseguimos responder a todos os nossos clientes. Estamos já a sentir uma grande pressão pelo que recomendamos que os pedidos sejam colocados cedo para evitar deceções”.

Fonte:Distribuição Hoje

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Como se faz um vinho tinto

A tradição de pisar as uvas no Douro

Todos o conhecemos mas poucos sabemos como nasce. Explicamos-lhe tudo sobre o processo de produção de vinho tinto, da vindima ao engarrafamento.

A vindima

A vindima tem data variável de ano para ano e está directamente ligada às condições climatéricas e ao grau de maturação das uvas. A apanha da uva pode ser feita de forma mecânica ou manual. Da vindima à adega, o transporte da uva é feito com inúmeros cuidados. Se as uvas estiverem pisadas o processo de fermentação pode começar antes do momento ideal. Apenas as uvas de boa qualidade estarão aptas a produzir bons vinhos. É por isso que muitos produtores descreverem detalhadamente a forma como as uvas foram transportadas e acondicionadas (normalmente em pequenas caixas de plástico, com um peso máximo de 20 kg).

Na adega faz-se magia

Já na adega, faz-se uma escolha criteriosa dos cachos, em as uvas em piores condições serão recusadas. Seguem-se o desengace (que elimina todas as partes lenhosas dos cachos) e o esmagamento (processo normalmente feito de forma mecânica). Nos vinhos mais exclusivos opta-te pela técnica artesanal, o “pisa a pé”, elaborado por robots que imitam o processo ancestral. Há quem assegure que nunca conseguirão garantir a excelência do resultado obtido pelo esmagamento com os pés dos homens.

Seguem-se as fases mais melindrosas e técnicas. O processo da fermentação segue-se à adição de dióxido de enxofre (SO2), antioxidante e poderoso antibacteriano, cooperante no processo de fermentação e nas reacções químicas no mosto (sumo das uvas). Neste processo de extrema importância entram em acção dois tipos de leveduras: as leveduras naturais, que já existem nas películas das uvas e no engaço (resíduos da uva, depois de pisadas e extraídas o vinho) e as leveduras artificiais, que vão assegurar a qualidade do produto final. Como em qualquer organismo vivo, as leveduras vão alimentar-se do açúcar existente no mosto, transformando-o em álcool e gás carbónico. Nesta fase, há que controlar com rigor as temperaturas, que por norma rondam os 25oºC. A esta primeira fermentação, normalmente feita em tanques de aço inox, dá-se o nome de fermentação alcoólica.

Dentro do tanque faz-se a fase da remontagem, onde o líquido vai sendo mexido do fundo para a superfície, melhorando a extracção dos pigmentos que irão dar cor ao vinho. As películas ou partes sólidas são depois prensadas. Este vinho tornar-se-á mais rico em todos os componentes, excepto no grau alcoólico. Após esse processo faz-se ainda uma segunda fermentação, conhecida como maloláctica, onde o vinho se torna menos ácido.

Trasfega, estágio e engarrafamento

trasfega dos vinhos é feita para cubas limpas de inox, onde poderão vir a ser misturados com outras castas. Caso se pretenda o envelhecimento do vinho, a trasfega é feita para barris de carvalho francês. Nos barris o vinho ganha novos aromas, que o enriquecem. A tendência actual dos produtores é utilizar misturas de cascos de segundo e terceiros anos de forma a não sobrecarregar o sabor intenso da madeira. Os vinhos ficam dentro das cubas ou barris para um tempo de estágio, que é variável, podendo ser de poucos meses a vários anos.

A última etapa é o engarrafamento, um processo variável mas transversal à qualidade do vinho.

Fonte: Infovini

Pequenos Produtores Portugueses

Presunto Português

Procuramos Pequenos Produtores Portugueses

Histórias de Produtores Portugueses. Exportar o país através de histórias de pessoas que produzem os melhores sabores que temos em Portugal.

A missão deste projeto é o de promover a produção nacional nos mercados externos e interno; ser a base de consulta profissional de referência, para traders, agentes do comércio, grossistas e retalhistas; ser a montra de exposição de elevada visibilidade, acessível a todos os produtores; ser uma ferramenta essencial de apoio à exportação; promover o contacto direto entre produtores, compradores e traders; trazer o comprador e trader ao fabricante; exposição e promoção do produto nacional, 24 horas, durante todo o ano; criar parcerias com organizações de prestígio que possam contribuir com o seu know-how e assegurar um apoio completo a produtores e compradores; criar ações de divulgação e promoção que complementem a plataforma on-line e promover Portugal e o turismo gerador de negócios.

Queijo Terrincho

No âmbito da campanha de sensibilização para o consumo de produtos e marcas nacionais com a assinatura COMPRO o que é nosso, os PEQUENOS PRODUTORES PORTUGUESES vão proporcionar que pequenas marcas e produtores portugueses, que pela sua reduzida dimensão têm dificuldade em penetrar nos circuitos comerciais, se apresentem e mostrem os seus produtos.

Este projeto tem como objectivo a valorização económica dos produtos endógenos de Portugal, através da criação de uma plataforma de negócios e venda online «We Shop Portugal».

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A plataforma destina-se a todas as empresas, que se dediquem à produção, transformação e comercialização de produtos típicos portugueses. “Pretende-se que a plataforma seja um elemento de referência do país a nível internacional.

Assente na economia digital, num modelo de negócio B2B e B2C, o projeto inovador pretende reforçar a notoriedade internacional da marca Portugal, criando sinergias para um a promoção conjunta dos produtos endógenos, através de uma estratégia que estimule a procura e o alargamento dos mercados nacional e internacional.

Numa primeira fase, o projeto estabelece como mercados prioritários a Espanha, Alemanha, Inglaterra e França. Pretende-se que as pessoas que nos visitam e têm um primeiro contacto com os nossos produtos, possam repetir a compra, estando nos seus países de origem.

Ao contrário das estratégias de comunicação e divulgação habitualmente utilizadas, para a implementação da plataforma «We Shop Portugal» a abordagem do mercado passará pela realização de visitas às regiões de Portugal de importadores para conhecimento dos produtores e dos produtos regionais.

Para além dos produtos endógenos, esta plataforma de e-commerce promete ser também uma montra do que de melhor existe nas regiões: hotéis, restaurantes, locais históricos e atividades turísticas, entre outras.

Para aderir, entre em contacto connosco!