Portugueses preferem vinhos alentejanos

Herdade do Rocim 2

Segundo os dados do estudo TGI da Marktest, os vinhos alentejanos são os preferidos dos consumidores portugueses.

O estudo TGI da Marktest quantifica, na primeira vaga de 2017, em 4 milhões e 606 mil o número de indivíduos que referem ter consumido vinho em garrafa nos últimos 12 meses, o que representa 55.8% dos residentes no Continente com 18 e mais anos.

O consumo desta bebida tem-se mantido relativamente estável ao longo dos últimos anos.

Quanto às preferências pela origem do vinho, os vinhos do Alentejo são os mais referidos, por mais de metade dos consumidores (indivíduos que referem ter consumido vinho em garrafa nos últimos 12 meses). Os vinhos com origem no Porto e Douro colocam-se na segunda posição e os vinhos de outras origens portuguesas na terceira.

A análise do consumo de vinho segundo a origem mostra diferenças significativas entre os residentes de cada região, que mostram maior preferência pelos vinhos das suas próprias regiões (ver, por exemplo, resultados dos residentes do Grande Porto e do Sul).

Os dados e análises apresentadas fazem parte do estudo TGI, propriedade intelectual da Kantar Media, e do qual a Marktest detém a licença de exploração em Portugal, é um estudo único que num mesmo momento recolhe informação para 17 grandes sectores de mercado, 280 categorias de produtos e serviços e mais de 3000 marcas proporcionando assim um conhecimento aprofundado sobre os portugueses e face aos seus consumosmarcashobbies, lifestyle consumo de meios.

Fonte: Marktest, TGI 2017

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Portugal é o maior consumidor de vinho do Mundo

Vinhos-portugueses

Portugal é o país com maior consumo de vinho por habitante, com 54 litros por pessoa e por ano.

A seguir no ranking estão França, Itália, Suécia, Suíça, Bélgica e Argentina, Alemanha e Austrália (27 litros), de acordo com o relatório anual de conjuntura da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV).

Espanha é o 8.º país com maior consumo por habitante (25,4 litros), seguida de dois países onde não se cultivam vinhas: Holanda e Reino Unido.

No entanto, a procura de vinho aumentou apenas 0,4% a nível mundial, em 2016, para os 242 milhões de hectolitros, em linha com a estagnação verificada desde a crise de 2008.

Foi na China onde se verificou o maior aumento no consumo (+6,9% para 17,3 milhões de hectolitros), seguida da Itália (+5,3% para 22,5 milhões) e dos EUA (+2,5% para 31,8 milhões).

Já a produção de vinho caiu 3%, para 267 milhões de hectolitros, devido sobretudo a condições climáticas pouco favoráveis em alguns dos principais países produtores, como o Chile, a Argentina ou o Brasil. A OIV refere que os três maiores produtores continuam a ser Itália (50,9 milhões de hectolitros, mais 2%), França (43,5 milhões, menos 7%) e Espanha (39,3 milhões, mais 4%). Os EUA reforçaram a sua posição, com 23,9 milhões (+10%), bem como a Austrália que produziu 13 milhões (+9%).

O comércio internacional de vinho caiu 1,2%, em 2016, situando-se nos 104 milhões de hectolitros, mas em valor subiu 2%, para 29 mil milhões de euros.

Espanha voltou a ser o maior exportador em quantidade, com 22,3 milhões de hectolitros, mas França liderou no valor das vendas ao exterior, com 8255 milhões de euros. Portugal foi o 9.º maior exportador (2,8 milhões de hectolitros, por 734 milhões de euros).

Fonte:JN

Mundus Vini 2017. Há 302 vinhos portugueses entre os melhores

Perto de 200 especialistas de 44 países fizeram o gosto ao copo e elegeram os melhores vinhos desta primavera. E, claro, há portugueses entre os destacados do Mundus Vini 2017.

Vinhos-portugueses

Já são conhecidos os vencedores da Spring Tasting do Grand International Wine Awards – Mundi Vini, um dos eventos mais conceituados do mundo vinícola.

Para esta prova de primavera, foram perto de 200 os especialistas que, durante quatro dias, avaliaram cerca de 6,200 vinhos de vários pontos do mundo, atribuindo-lhes a medalha de Grande Ouro, Ouro e Prata. Como já tem sido habitual, há criações bem portuguesas entre as eleitas.

Espanha consagrou-se campeã ao conseguir 484 medalhas com esta competição. França ficou no segundo lugar com 337 medalhas, seguindo-se Portugal, que fecha o pódio com 302 vinhos selecionados e enquadrados nos melhores do mundo.

Entre os vencedores da medalha de Grande Ouro – que foram apenas 33 – estão oito nacionais: Sandeman – Porto Tawny 30 Years Old, o Casa da Ferreirinha Quinta da Leda, (2014), Herdade de Grous – Reserva Vinho Regional Alentejano (2013), Quinta de Ponte Pedrinha Reserva (2011), Barros Porto (Colheita 1974), Sandeman – Porto 20 Years Old, Casa Ermelinda Freitas (Moscatel de Setúbal, 2007) e Casa Ferreirinha Callabriga (2014).

Clique aqui e descubra os restantes eleitos.