Vinhas de Pegões Syrah eleito o melhor vinho tinto da Península de Setúbal.

Vinhos Pegões

A Adega de Pegões ganhou mais uma vez o prémio de melhor vinho tinto da Península de Setúbal, desta vez com o Vinhas de Pegões Syrah. Recorde-se que já no ano de 2017 havia igualmente ganho este premio, e com o syrah curiosamente  , é caso para dizer que a casta  Syrah dá-se bem em Pegoes.

Ainda neste concurso foi premiada com mais 3 medalhas de ouro referentes aos vinhos Adega de Pegões Grande Reserva tinto, Adega de Pegões Cabernet Sauvignon e Contemporal Selection tinto, sendo distinguida com mais cinco medalhas de prata.

O ano 2018 não podia começar melhor para os vinhos de Pegões, que até ao momento já recebeu um total de 75 medalhas nos seus vinhos , sendo  19 medalhas de ouro, 36 medalhas de prata e 20 medalhas de bronze, destacando-se entre muitos, o troféu de melhor vinho Português do  no concurso “China wine Awords best Valeu 2018” , China.

Fonte:CM

Anúncios

Vinhos premiados no XI Concurso de Vinhos do Algarve

Vinhos Algarve

Já são conhecidos os grandes vencedores do XI Concurso de Vinhos do Algarve, sendo o grande vencedor a Quinta dos Vales com o vinho Marquês dos Vales Grace Vineyard Tinto 2012, premiado com a grande medalha de ouro.

 

Grande Medalha de Ouro: “Melhor Vinho do Algarve” 

  • Marquês dos Vales Grace Vineyard – Vinho Regional Algarve Tinto 2012 Quinta dos Vales.
     Medalhas de OURO: 
  • Allma Garve – Vinho Regional Algarve Tinto 2017 Herdade dos Pimenteis;
  • Alvor Mitto – Vinho Regional Algarve Rosé 2017 Quinta do Morgado da Torre;
  • Alvor Sauvignon Blanc – Vinho Regional Algarve Branco 2017 Quinta do Morgado da Torre;
  • Barrocal – Vinho Regional Algarve Tinto 2017 Casa Santos Lima;
  • Cabrita Reserva – Vinho Regional Algarve Tinto 2015 José Manuel Cabrita;
  • Convento do Paraíso – Vinho Regional Algarve Tinto 2015  Convento do Paraíso;
  • Marchalégua – Vinho Regional Algarve Rosé 2015 Agrolares;
  • Marquês dos Vales DUO – Vinho Regional Algarve Tinto 2015 Quinta dos Vales;
  • Marquês dos Vales Grace Touriga Franca – Vinho Regional Algarve Tinto 2015 Quinta dos Vales;
  • Marquês dos Vales Grande Escolha – Vinho Regional Algarve Tinto 2014 Quinta dos Vales;
  • Quinta do Barradas Selecção – Vinho Regional Algarve Tinto 2016 Rotas Seculares;
  •  Rabo de Galo – Vinho Regional Algarve Tinto 2017  Casa Santos Lima;
  • Tapada da Torre Reserva – Vinho Regional Algarve Branco 2016 Quinta do Morgado da Torre;
  •  Vale de Parra – Vinho Regional Algarve Tinto 2016 Quinta da Malaca.

Medalhas de PRATA: 

  • Esquerdino Colheita Selecionada – Vinho Regional Algarve Branco 2017 Quinta do Canhoto;
  • Euphoria – Vinho Regional Algarve Branco 2017  Convento do Paraíso;
  • João Clara Negra Mole – Vinho Regional Algarve Tinto 2015 Quinta João Clara;
  • Malaca Sauvignon Blanc – Vinho Regional Algarve Branco 2017 Quinta da Malaca;
  • Marquês dos Vales Grace Syrah-Viognier – Vinho Regional Algarve Tinto 2015  Quinta dos Vales;
  • Marquês dos Vales Seleta – Vinho Regional Algarve Rosé 2017  Quinta dos Vales;
  • Paxá Reserva – Vinho Regional Algarve Tinto 2015 Paxá Wines;
  • Porches – Vinho Regional Algarve Tinto 2015 Única – Adega Cooperativa do Algarve;
  • Quinta da Tôr Algibre – Vinho Regional Algarve Tinto 2015  Quinta da Tôr;
  • Quinta da Tôr Syrah – Vinho Regional Algarve Tinto 2016 Quinta da Tôr;
  • Quinta de Ferrel Reserva – DOP Lagos Branco 2017 Herdade dos Seromenhos;
  • Sentidos Tato – Vinho Regional Algarve Tinto 2016 Quinta dos Sentidos.

 

Fonte:Vinhos do Algarve

Turismo faz crescer consumo de vinhos

 

 

Vinhos do Porto Vintage

Portugal foi, pela primeira vez, o primeiro mercado em valor de vinho do Porto. E há vinhos certificados a crescer também.

Desde 1963 que França era o principal ponto de venda do vinho do Porto. Em 2017 aconteceu a grande mudança com Portugal a tornar-se o primeiro mercado deste vinho do Douro em valor -73 milhões de euros -, já que em quantidade permanece a França como o principal consumidor, com mais de 26 milhões de garrafas. O turismo é inegavelmente um dos fatores, mesmo o principal, que explicam esta mudança, mas, aponta Manuel Cabral, presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), não é o único. Os efeitos dos visitantes estrangeiros em Portugal também são muito positivos para os vinhos nacionais certificados. Regiões como a península de Setúbal, o Dão ou os Vinhos Verdes aliam crescimentos excelentes nas exportações do ano passado a uma cada vez maior implantação no consumo nacional.

Portugal tem altos hábitos de consumo de vinho. Segundo a Organização Mundial da Vinha e do Vinho, é o país com maior consumo per capita, com 4,5 milhões de hectolitros em 2017. Não é novidade este hábito português de liderar as estatísticas de consumo de vinho e com o turismo em massa no nosso país o padrão mantém-se.

“O mercado nacional tem vindo a ganhar força nos últimos seis anos. Empiricamente sabemos que o turismo é muito importante para estes resultados”, disse ao DN Manuel Cabral, que preside ao IVDP, embora realçando que “não há nenhuma análise” sobre o volume de vinho consumido por turistas “mas salta à vista e falamos de milhões de pessoas que têm visitado Portugal nos últimos anos. Basta pensar que só as caves do vinho do Porto recebem mais de 1,3 milhões por ano”. Mas vende-se vinho do Porto em todo o país.

A presença de visitantes não é o único fator. O comércio passou a dedicar mais atenção ao país. “A oferta era feita a pensar nos mercados internacionais, as empresas não valorizavam o produto em Portugal”, lembra Manuel Cabral. “Há agora um redobrado interesse dos portugueses no vinho do Porto, há um consumo mais interessado e conhecedor.” Para ser o mercado com maior valor, é preciso ver que no vinho do Porto “o preço médio é elevado em Portugal”, situa-se nos 5,8 euros contra os cinco euros a nível global e 3,70 em França,.

Para se adaptar ainda mais ao mercado atual, o Conselho Interprofissional do Douro aprovou já a redução do teor de álcool nos Porto genérico (tawny, ruby, brancos e rosé) para um mínimo de 18 graus (era 19) e baixou o stock mínimo exigido aos comerciantes para 75 mil litros em vez dos 150 mil litros. “Isto permite novos players, novos produtos”, aponta Manuel Cabral. O volume comercializado tem baixado na última década.
Nos vinhos do Douro com denominação de origem protegida (DOP) o crescimento “é brutal, ao nível dos dois dígitos por ano”, aponta o presidente do IVDP. Há também aqui um conjunto de fatores, desde a qualidade da oferta “até à notoriedade que os vinhos têm tido a nível internacional não só nas revistas da especialidade mas também em meios mais generalistas. Isso repercute-se cá”.

Otimismo para o futuro
Nos vinhos DOP, e também nos IGP (indicação geográfica protegida), há crescimento nacional. Os números de 2017 e do primeiro trimestre de 2018 do Instituto do Vinho e da Vinha indicam que regiões como a península de Setúbal, Lisboa, o Dão e os Vinhos Verdes estão a crescer a nível nacional, acompanhando as exportações.

Henrique Soares, presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal”, disse ao DN que “os últimos dois anos foram de grande crescimento”. O “turismo tem aumentado muito e isso é um fator decisivo”, reconhece. “No nosso caso, a tendência é geral: dispararam as exportações e temos crescimento excelente a nível nacional.” O moscatel é a referência, mas em volume são os tintos e os brancos que dominam.

“Muitos portugueses não têm noção de que os vinhos de Setúbal são dos mais vendidos a nível nacional”, diz Henrique Soares, convencido de que a produção tem capacidade para mais oferta.

No Dão, Arlindo Cunha, presidente da CVR do Dão, tem um discurso semelhante. “Esta é uma região histórica, com 110 anos, e que viveu um processo de recuperação excelente. Nos últimos cinco anos, os vinhos certificados tiveram uma performance notável, com aumento de 50% nas vendas. Há mais e melhor oferta. O Dão era conhecido pelos tintos e agora também está a ser descoberto pelos brancos”, diz o ex-ministro da Agricultura. O turismo é muito importante. “São milhões de pessoas. No enoturismo, na restauração, há negócio e fazem depois a promoção lá fora”, afirma, convencido de que a boa relação qualidade-preço impulsiona ainda mais a procura.

Mais certificados
> O mercado nacional, incluindo distribuição e restauração apresenta em 2018, até março, um ligeiro decréscimo (-0,4%) na compra de vinho. Alentejo e vinhos certificados são os que mais perdem. Vinhos certificados aumentaram as vendas em volume, em 6,9%, tendo crescido em valor (+6,5%), segundo dados da consultora Nielsen, tratados pelo Instituto do Vinho e da Vinha.

Mais volume e valor

Em 2017 o mercado nacional comprou maior quantidade de
vinho (+3,2%). O valor gerado pelas vendas aumentou 5,2% tendo o preço médio registado uma subida (+1,9%). Vinhos certificados aumentaram as vendas em volume, em 1,6%, e em valor (+5,7%).

Variações em 2018

No primeiro trimestre deste ano, os vinhos não certificados mantêm-se como os mais vendidos, mas com menos 1,8 milhões de litros face a 2017. Os vinhos do Alentejo perderam 4,4% mas são os segundos do mercado, enquanto Douro, Setúbal, Dão e Minho (Verdes) são dos que mais crescem.

Fonte:DN