Pequenos Produtores Portugueses

Presunto Português

Procuramos Pequenos Produtores Portugueses

Histórias de Produtores Portugueses. Exportar o país através de histórias de pessoas que produzem os melhores sabores que temos em Portugal.

A missão deste projeto é o de promover a produção nacional nos mercados externos e interno; ser a base de consulta profissional de referência, para traders, agentes do comércio, grossistas e retalhistas; ser a montra de exposição de elevada visibilidade, acessível a todos os produtores; ser uma ferramenta essencial de apoio à exportação; promover o contacto direto entre produtores, compradores e traders; trazer o comprador e trader ao fabricante; exposição e promoção do produto nacional, 24 horas, durante todo o ano; criar parcerias com organizações de prestígio que possam contribuir com o seu know-how e assegurar um apoio completo a produtores e compradores; criar ações de divulgação e promoção que complementem a plataforma on-line e promover Portugal e o turismo gerador de negócios.

Queijo Terrincho

No âmbito da campanha de sensibilização para o consumo de produtos e marcas nacionais com a assinatura COMPRO o que é nosso, os PEQUENOS PRODUTORES PORTUGUESES vão proporcionar que pequenas marcas e produtores portugueses, que pela sua reduzida dimensão têm dificuldade em penetrar nos circuitos comerciais, se apresentem e mostrem os seus produtos.

Este projeto tem como objectivo a valorização económica dos produtos endógenos de Portugal, através da criação de uma plataforma de negócios e venda online «We Shop Portugal».

cropped-cropped-adega-evento.jpg

A plataforma destina-se a todas as empresas, que se dediquem à produção, transformação e comercialização de produtos típicos portugueses. “Pretende-se que a plataforma seja um elemento de referência do país a nível internacional.

Assente na economia digital, num modelo de negócio B2B e B2C, o projeto inovador pretende reforçar a notoriedade internacional da marca Portugal, criando sinergias para um a promoção conjunta dos produtos endógenos, através de uma estratégia que estimule a procura e o alargamento dos mercados nacional e internacional.

Numa primeira fase, o projeto estabelece como mercados prioritários a Espanha, Alemanha, Inglaterra e França. Pretende-se que as pessoas que nos visitam e têm um primeiro contacto com os nossos produtos, possam repetir a compra, estando nos seus países de origem.

Ao contrário das estratégias de comunicação e divulgação habitualmente utilizadas, para a implementação da plataforma «We Shop Portugal» a abordagem do mercado passará pela realização de visitas às regiões de Portugal de importadores para conhecimento dos produtores e dos produtos regionais.

Para além dos produtos endógenos, esta plataforma de e-commerce promete ser também uma montra do que de melhor existe nas regiões: hotéis, restaurantes, locais históricos e atividades turísticas, entre outras.

Para aderir, entre em contacto connosco!

Anúncios

Maria Izabel Vinhas da Princesa 2014 Branco

 

vvbranco-copy
Vinho elaborado a partir das castas Rabigato, Códega, Donzelinho, Viosinho, Arinto
 
As caracteristicas deste vinho pauta-se por uma cor citrina, apresenta um aroma fino e subtil. Tem um forte carácter mineral, que lhe confere frescura, juntamente com notas de fruto de caroço, raspa de laranja confitada, aroma de pastelaria e fumo. De elevada estrutura na boca, é volumoso e apresentando -se mineral, a acidez natural torna o vinho fresco e elegante.
 
A Quinta Maria Izabel estende-se por 130 hectares numa das zonas mais privilegiadas da região Duriense. Um ímpeto transformado num grande projeto. Uma ideia que revela ser, afinal, mais que um sonho Brasileiro em terras lusas.
 

Website: www.quintamariaizabel.pt

Vinhos do Alentejo

alentejo-wine

O Alentejo é uma das maiores regiões vitivinícolas de Portugal, onde a vista se perde em extensas planícies que apenas são interrompidas por pequenos montes. Esta região quente e seca beneficiou de inúmeros investimentos no sector vitivinícola que se traduziu na produção de alguns dos melhores vinhos portugueses e consequentemente, no reconhecimento internacional dos vinhos alentejanos.

O Alentejo situa-se no sul de Portugal. É uma zona muito soalheira permitindo a perfeita maturação das uvas e onde as temperaturas são muito elevadas no Verão, tornando-se indispensável regar a vinha.

O tipo de relevo predominante na região é a planície, apesar da região de Portalegre sofrer a influência da serra de São Mamede. As vinhas são plantadas nas encostas íngremes da serra ou em grandes planícies e em solos muito heterogéneos de argila, granito, calcário ou xisto. Apesar disso, a pouca fertilidade dos solos é um elemento comum a todos os solos.

Grande parte dos 22000 hectares de vinha alentejana concentram-se nas oito sub-regiões da Denominação de Origem alentejana: Reguengos, Borba, Redondo, Vidigueira, Évora, Granja-Amareleja, Portalegre e Moura.

Na sub-região de Portalegre as vinhas são plantadas nas encostas graníticas da Serra de São Mamede, sofrendo a influência de um microclima (temperaturas são mais baixas devido à altitude). No centro do Alentejo situam-se as sub-regiões de Borba, Reguengos, Redondo e Évora que produzem vinhos bastantes similares. No sul alentejano (mais quente e seco) localizam-se as sub-regiões de Moura, Vidigueira e Granja-Amareleja.

No Alentejo há inúmeras castas plantadas, contudo umas são mais relevantes que outras (seja pela qualidade ou pela área plantada). As castas brancas mais importantes na região são a Roupeiro, a Antão Vaz e a Arinto. Em relação às castas tintas, salienta-se a importância da casta Trincadeira, Aragonez, Castelão e Alicante Bouschet (uma variedade francesa que se adaptou ao clima alentejano).

Os vinhos brancos DOC alentejanos são geralmente suaves, ligeiramente ácidos e apresentam aromas a frutos tropicais. Os tintos são encorpados, ricos em taninos e com aromas a frutos silvestres e vermelhos.

Além da produção nas sub-regiões DOC, o Alentejo apresenta uma elevada produção e variedade de vinho regional. Os produtores optam, muitas vezes, por esta designação oficial que permite a inclusão de outras castas para além das previstas na legislação de vinhos DOC. Assim, é possível encontrar vinhos regionais produzidos com Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Syrah ou Chardonnay.

Hoje, o Alentejo tem um enorme potencial na produção vitivinícola, todavia a região nem sempre contou com o apoio das políticas agrícolas nacionais. Devido às especificidades do clima, solos pobres e estrutura agrária (grandes propriedades) as principais produções do Alentejo sempre foram os cereais, a oliveira, o carvalho e o gado. Durante as primeiras décadas do século XX, o governo tencionava fazer do Alentejo o “celeiro” de Portugal, por isso a cultura do milho foi amplamente divulgada. O vinho tinha uma importância diminuta e destinava-se essencialmente ao consumo local. A vinificação era realizada segundo os processos tradicionais herdados dos Romanos e a fermentação realizava-se em grandes ânforas de barro.

Nos anos 50, foi criada a primeira adega cooperativa da região com o objectivo de controlar a produção vinícola. No entanto, foi apenas nos anos 80 que o Alentejo se submeteu à grande revolução na produção vitivinícola. Demonstrando uma enorme capacidade de organização, os produtores alentejanos constituíram inúmeras associações, revitalizaram as cooperativas e encorajaram os produtores privados. Assim, o sector vitivinícola ganhou outra relevância, justificando a demarcação oficial da região em 1988.

Fonte:Infovini