Maria Izabel Vinhas da Princesa 2014 Branco

 

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Vinho elaborado a partir das castas Rabigato, Códega, Donzelinho, Viosinho, Arinto
 
As caracteristicas deste vinho pauta-se por uma cor citrina, apresenta um aroma fino e subtil. Tem um forte carácter mineral, que lhe confere frescura, juntamente com notas de fruto de caroço, raspa de laranja confitada, aroma de pastelaria e fumo. De elevada estrutura na boca, é volumoso e apresentando -se mineral, a acidez natural torna o vinho fresco e elegante.
 
A Quinta Maria Izabel estende-se por 130 hectares numa das zonas mais privilegiadas da região Duriense. Um ímpeto transformado num grande projeto. Uma ideia que revela ser, afinal, mais que um sonho Brasileiro em terras lusas.
 

Website: www.quintamariaizabel.pt

Vinhos do Alentejo

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O Alentejo é uma das maiores regiões vitivinícolas de Portugal, onde a vista se perde em extensas planícies que apenas são interrompidas por pequenos montes. Esta região quente e seca beneficiou de inúmeros investimentos no sector vitivinícola que se traduziu na produção de alguns dos melhores vinhos portugueses e consequentemente, no reconhecimento internacional dos vinhos alentejanos.

O Alentejo situa-se no sul de Portugal. É uma zona muito soalheira permitindo a perfeita maturação das uvas e onde as temperaturas são muito elevadas no Verão, tornando-se indispensável regar a vinha.

O tipo de relevo predominante na região é a planície, apesar da região de Portalegre sofrer a influência da serra de São Mamede. As vinhas são plantadas nas encostas íngremes da serra ou em grandes planícies e em solos muito heterogéneos de argila, granito, calcário ou xisto. Apesar disso, a pouca fertilidade dos solos é um elemento comum a todos os solos.

Grande parte dos 22000 hectares de vinha alentejana concentram-se nas oito sub-regiões da Denominação de Origem alentejana: Reguengos, Borba, Redondo, Vidigueira, Évora, Granja-Amareleja, Portalegre e Moura.

Na sub-região de Portalegre as vinhas são plantadas nas encostas graníticas da Serra de São Mamede, sofrendo a influência de um microclima (temperaturas são mais baixas devido à altitude). No centro do Alentejo situam-se as sub-regiões de Borba, Reguengos, Redondo e Évora que produzem vinhos bastantes similares. No sul alentejano (mais quente e seco) localizam-se as sub-regiões de Moura, Vidigueira e Granja-Amareleja.

No Alentejo há inúmeras castas plantadas, contudo umas são mais relevantes que outras (seja pela qualidade ou pela área plantada). As castas brancas mais importantes na região são a Roupeiro, a Antão Vaz e a Arinto. Em relação às castas tintas, salienta-se a importância da casta Trincadeira, Aragonez, Castelão e Alicante Bouschet (uma variedade francesa que se adaptou ao clima alentejano).

Os vinhos brancos DOC alentejanos são geralmente suaves, ligeiramente ácidos e apresentam aromas a frutos tropicais. Os tintos são encorpados, ricos em taninos e com aromas a frutos silvestres e vermelhos.

Além da produção nas sub-regiões DOC, o Alentejo apresenta uma elevada produção e variedade de vinho regional. Os produtores optam, muitas vezes, por esta designação oficial que permite a inclusão de outras castas para além das previstas na legislação de vinhos DOC. Assim, é possível encontrar vinhos regionais produzidos com Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Syrah ou Chardonnay.

Hoje, o Alentejo tem um enorme potencial na produção vitivinícola, todavia a região nem sempre contou com o apoio das políticas agrícolas nacionais. Devido às especificidades do clima, solos pobres e estrutura agrária (grandes propriedades) as principais produções do Alentejo sempre foram os cereais, a oliveira, o carvalho e o gado. Durante as primeiras décadas do século XX, o governo tencionava fazer do Alentejo o “celeiro” de Portugal, por isso a cultura do milho foi amplamente divulgada. O vinho tinha uma importância diminuta e destinava-se essencialmente ao consumo local. A vinificação era realizada segundo os processos tradicionais herdados dos Romanos e a fermentação realizava-se em grandes ânforas de barro.

Nos anos 50, foi criada a primeira adega cooperativa da região com o objectivo de controlar a produção vinícola. No entanto, foi apenas nos anos 80 que o Alentejo se submeteu à grande revolução na produção vitivinícola. Demonstrando uma enorme capacidade de organização, os produtores alentejanos constituíram inúmeras associações, revitalizaram as cooperativas e encorajaram os produtores privados. Assim, o sector vitivinícola ganhou outra relevância, justificando a demarcação oficial da região em 1988.

Fonte:Infovini

Rota das Estrelas 2016

  Um dos eventos gastronómicos mais aguardados do ano já tem data e lugar marcados para o arranque. O restaurante Il Gallo d´Oro, do The Cliff Bay, Porto Bay Hotels & Resorts, no Funchal, acolhe, a partir de 19 de fevereiro, a primeira etapa da Rota das Estrelas 2016. Isto para um ciclo de jantares muito especiais no único restaurante madeirense com uma estrela Michelin. 

Desta feita, o chefe de cozinha Benoît Sinthon é anfitrião de 16 chefes convidados para o Il Gallo d´Oro. Na sua maioria são chefes com estrela Michelin, oriundos de vários pontos da Europa. Juntos irão preparar ao longo dos cinco dias desta primeira etapa da Rota das Estrelas diversos jantares, o primeiro no dia de abertura, a 19 de fevereiro (19h00). Cada chefe vai apresentar a sua cozinha ao vivo em bancadas individuais, interagindo e partilhando dicas gastronómicas. O evento apresenta uma fusão de alta gastronomia, enologia e música. Uma noite que fica nos 140,00 euros por pessoa.

Destaque, ainda, para os jantares de degustação a 22 e 23 de fevereiro (19h00). Os chefes vão preparar em conjunto menus com, no mínimo, seis pratos exclusivos. Isto com a promessa de surpreender todos os presentes. Nestes casos os jantares orçam entre os 160,00 e os 200,00 euros.

Um programa que não se esgota à mesa. Esta Rota das Estrelas inclui demonstrações gastronómicas, workshops, degustações, vinhos e bebidas regionais, visitas guiadas, apresentação de produtos locais.

Fonte: Rota das Estrelas